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sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Seleção Uruguaia no Brasil

A "arte" da Seleção Uruguaia foi inspirada em uma ideia do amigo Renato Reck, que pediu duas artes, de Palmeiras e Inter, pra montar dois times com os melhores gringos que vestiram essas duas tradicionais camisas do nosso futebol. A partir daí, imaginei como seriam as seleções de outros países, montadas só com jogadores que vestiram as camisas de nossos times. Esse é o resultado da convocação dos uruguaios.

Montei essa seleção uruguaia com: Rodolfo Rodrigues no gol, que foi ídolo no Santos, entre as décadas de 80 e 90, e também defendeu Portuguesa e Bahia no início dos anos 90; Na zaga, foram convocados Hugo de Leon (ídolo gremista e campeão mundial pelo clube em 1981, que também jogou por Corinthians, Santos e Botafogo), Dario Pereyra (ídolo do São Paulo entre 1977 e 1988, com passagens posteriores por Flamengo e Palmeiras) e Diego Lugano (também ídolo do São Paulo e campeão mundial pelo clube em 2005); nas laterais, dois ex-são paulinos: Pablo Forlán pela direita e Álvaro Pereira pela esquerda, que defenderam o clube do Morumbi entre 1970 e 1975 e 2014, respectivamente; pelo meio, jogam Ruben Paz (que jogou pelo inter entre 1982 e 1986), De Arrascaeta (ídolo do Cruzeiro) e Pedro Rocha (ídolo do São Paulo na década de 70, com passagens por Palmeiras e Coritiba); no ataque, Diego Forlán, filho do Pablo Forlán, com passagem recente pelo Inter, e Sebastian "Loco" Abreu, ídolo do Fogão.


sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Seleção Paraguaia no Brasil

A inspiração pra fazer essa "arte" da Seleção Paraguaia surgiu a partir da ideia do amigo Renato Reck, que pediu duas artes, de Palmeiras e Inter, pra montar dois times com os melhores gringos que vestiram essas duas tradicionais camisas do nosso futebol. A partir daí, imaginei como seriam as seleções de outros países, montadas só com jogadores que vestiram as camisas de nossos times. Esse é o resultado da convocação dos paraguaios.

Montei essa seleção paraguaia com: Gato Fernandez no gol, que disputou a copa de 1986 e defendeu Inter e Palmeiras 1991 e 19994; na zaga, foram convocados Reyes, que foi ídolo do Flamengo entre 1967 e 1973, Rivarola, campeão da Libertadores por Grêmio e Palmeiras, e Gamarra, que teve passagens por Inter e Palmeiras, mas que realmente foi ídolo no Corinthians e no Flamengo. Pelo meio, nas alas, jogam Arce pela direita, também campeão da Libertadores por Grêmio e Palmeiras, e Enciso improvisado na esquerda, que foi ídolo no inter entre 1996 e 2000. Os volantes são Gavilán, que teve boa passagem pelo Inter, entre 2003 e 2005, tendo vestido ainda as camisas de Grêmio, Flamengo e Portuguesa; e Cáceres, que se destacou no Flamengo entre 2012 e 2015. Na armação, convocamos Romerito, ídolo do Fluzão de 1983 a 1988 e considerados por muitos o maior jogador paraguaio de todos os tempos. Na frente, completam a seleção paraguaia Ángel Romero, que atualmente defende o Corinthians, e Lucas Barrios, que defendeu o Palmeiras e teve boa passagem pelo Grêmio.


sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Seleção São Paulina - São Paulo nas Copas

Essa "arte" da Seleção Brasileira, composta só de jogadores são paulinos, foi inspirada no resultado de uma brincadeira que eu e um grupo de amigos fizemos um pouco antes do início da Copa do Mundo de 2018. Nós estávamos conversando sobre um aplicativo de um site que permitia aos usuários montarem a melhor Seleção Brasileira de todos os tempos, a partir de jogadores já convocados para representarem o Brasil nos Mundiais.

A partir daí, passamos a discutir se seria possível montar uma seleção assim, utilizando apenas jogadores de um determinado clube. Como éramos todos do Rio de Janeiro e não tinha nenhum botafoguense presente na resenha, identificamos logo o Botafogo como "campo neutro" e montamos um time, de onze jogadores, com base apenas nos atletas que pertencessem ao Botafogo à época da sua convocação para a copa... Montamos um esquadrão de fazer inveja a qualquer "seleção de todos os tempos", que não fosse a brasileira, e ainda foi difícil escolher apenas onze.

A partir daí, decidimos montar seleções semelhantes, relativas aos outros grandes clubes brasileiros e essa seleção é o resultado final da convocação dos são paulinos. Para a nossa convocação, levamos em conta a importância de cada jogador para o Brasil, na Copa do Mundo em questão, e não necessariamente a importância do jogador para o clube, na época.

Para estas artes utilizamos sempre a numeração atribuída aos jogadores na Copa em questão, mas algumas vezes, por haver repetições de número entre jogadores, designamos uma outra camisa, que pode ter sido utilizada por ele em uma outra copa, ou não. Além disso, a numeração nas camisas só foi instituída em 1954, de modo que jogadores que estiveram em copas anteriores receberão numerações de acordo com suas posições. No caso do São Paulo, demos a 11 para o Friaça, que disputou a Copa de 1950. Devido ao De Sordi ter jogado a Copa de 1958 com a 14, demos a 2 para o Cafu, que, apesar de também ter jogado a Copa de 1994 com a 14, jogou outras 3 copas com a 2.

Nossa convocação leva em conta um sistema 4-3-3 e começa com Waldir Peres no gol; Na zaga, Mauro e Bellini; nas laterais, Cafu pela direita e De Sordi pela esquerda; no meio, convocamos Silas, Falcão e Gérson; lá na frente, jogam Serginho, Careca e Friaça.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Seleção Colombiana no Brasil


A inspiração pra fazer essa "arte" da Seleção Colombiana surgiu a partir da ideia do amigo Renato Reck, que pediu duas artes, de Palmeiras e Inter, pra montar dois times com os melhores gringos que vestiram essas duas tradicionais camisas do nosso futebol. A partir daí, imaginei como seriam as seleções de outros países, montadas só com jogadores que vestiram as camisas de nossos times. Esse é o resultado da convocação dos colombianos.

Montei essa seleção colombiana com: Viáfara no gol, que defendeu o Atlético Paranaense, mas foi ídolo mesmo no Vitória, entre 2008 e 2011, onde, inclusive, anotou seus golzinhos; na zaga, foram convocados Yerri Mina, que atuou no Palmeiras entre 2016 e 2017, e Orozco, que conquistou a Copa América de 2001 por seu país e defendeu o Inter entre 2007 e 2008; Seguindo a escassez de laterais direitos gringos, convoquei o Bustos, que defendeu a dupla GRE-NAL sem muito brilho entre 2007 e 2011, mais pelo desempenho na seleção do que pelo desempenho por aqui; pela esquerda, escalei o Armero que foi sensação no Palmeiras entre 2009 e 2010 e jogou pelo Bahia, mais recentemente; no meio, jogam Valência (que atuou por Atlético Paranaense, Flu e Santos), Rincón (que teve passagens por Palmeiras, Santos e Cruzeiro, mas que foi ídolo mesmo no Corinthians, entre 1997 e 2000), além de David Ferreira (que também conquistou a Copa América de 2001 e jogou no Atlético Paranaense entre 2005 e 2010); no ataque, convocamos Borja (que foi eleito o melhor jogador das Américas em 2016 e atualmente defende o Palmeiras e a seleção colombiana) e dois craques que não poderiam faltar: Asprilla (ídolo no Palmeiras entre 1999 e 2000 e destaque no Flu nos anos de 2000 e 2001) e Aristzábal (ídolo de Cruzeiro, São Paulo e Vitória, que também chegou a jogar por Santos e Coritiba.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Seleção Vascaína - O Vasco nas Copas

Essa "arte" da Seleção Brasileira, composta só de jogadores vascaínos, foi inspirada no resultado de uma brincadeira que eu e um grupo de amigos fizemos um pouco antes do início da Copa do Mundo de 2018. Nós estávamos conversando sobre um aplicativo de um site que permitia aos usuários montarem a melhor Seleção Brasileira de todos os tempos, a partir de jogadores já convocados para representarem o Brasil nos Mundiais.

A partir daí, passamos a discutir se seria possível montar uma seleção assim, utilizando apenas jogadores de um determinado clube. Como éramos todos do Rio de Janeiro e não tinha nenhum botafoguense presente na resenha, identificamos logo o Botafogo como "campo neutro" e montamos um time, de onze jogadores, com base apenas nos atletas que pertencessem ao Botafogo à época da sua convocação para a copa... Montamos um esquadrão de fazer inveja a qualquer "seleção de todos os tempos", que não fosse a brasileira e ainda foi difícil escolher apenas onze.

A partir daí, decidimos montar seleções semelhantes, relativas aos outros três grandes clubes do Rio e essa seleção é o resultado final da convocação dos vascaínos. Para a nossa convocação, levamos em conta a importância de cada jogador para o Brasil, na Copa do Mundo em questão, e não necessariamente a importância do jogador para o clube, na época.

Para estas artes utilizamos sempre a numeração atribuída aos jogadores na Copa em questão, mas algumas vezes, por haver repetições de número entre jogadores, designamos uma outra camisa, que pode ter sido utilizada por ele em uma outra copa, ou não. Além disso, a numeração nas camisas só foi instituída em 1954, de modo que jogadores que estiveram em copas anteriores receberão numerações de acordo com suas posições. No caso do Vasco, demos a 1 para o Barbosa e a 9 para o Ademir Menezes, que disputaram a Copa de 1950.

Como o Vasco tem quatro dos 50 maiores artilheiros da Copa do Mundo de todos os tempos (Ademir, Vavá, Leônidas e Bebeto), privilegiamos o ataque nessa Seleção Cruzmaltina e montamos uma equipe no 3-4-3, com Bellini, Ricardo Rocha e Orlando na zaga; Mazinho, Dirceu, Bebeto e Roberto Dinamite pela meia, recuando o Bebeto para que ele jogasse numa posição próxima da que ele fez no Botafogo, já no fim da carreira, e deixando o Roberto pra jogar de meia-atacante, encostando nos homens de frente; Lá na frente, colocamos Leônidas da Silva, Vavá e Ademir Menezes, o Queixada, trio esse que tem média de 4 gols por jogo, em Copas do Mundo!

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Seleção Argentina no Brasil

A "arte" da Seleção Argentina foi inspirada em uma ideia do amigo Renato Reck, que pediu duas artes, de Palmeiras e Inter, pra montar dois times com os melhores gringos que vestiram essas duas tradicionais camisas do nosso futebol. A partir daí, imaginei como seriam as seleções de outros países, montadas só com jogadores que vestiram as camisas de nossos times. Esse é o resultado da convocação dos argentinos.

Montei essa seleção argentina com: Fillol no gol, que defendeu o Flamengo na metade da década de 80; Na zaga, foram convocados o Ramos Delgado, que jogou no Santos de 1967 a 1973 e o Roberto Perfumo, um dos melhores zagueiros de sua geração, que foi ídolo no Cruzeiro entre 1971 e 1974; Como todos os laterais-direitos hermanos que passaram por aqui não deixaram muitas saudades, convoquei o Della Torre, um defensor que jogou a final da copa 1930 e vestiu a camisa do Fluminense no início da década de 40, pra atuar improvisado pela direita; pela esquerda, sem ser ameaçado na posição, foi convocado o Sorín, que teve diversas passagens pelo Cruzeiro nos anos 2000 e é um ídolo por lá; no meio, começamos com dois cães de guarda de respeito: Mascherano, que conquistou o Brasileirão de 2005 pelo Corinthians, e Guiñazu, que foi ídolo no Inter de 2007 a 2012 e teve boa passagem pelo vasco entre 2013 e 2016; pelas meias, foram convocados D'Alessandro, um dos maiores ídolos da história do Inter, e Darío Conca, que foi destaque no Vasco em 2007 e ídolo no Fluminense com duas boas passagens, entre 2008 e 2015; no ataque, não poderia faltar Carlitos Tevez, eleito melhor jogador do Brasileirão em 2005, quando levou o Corinthians ao título, e, como seu companheiro, Doval, ídolo no Flamengo entre 1969 e 1975, e no Fluminense, de 1976 a 1978.

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Seleção Palmeirense - O Palmeiras nas Copas

Essa "arte" da Seleção Brasileira, composta só de jogadores palmeirenses, foi inspirada no resultado de uma brincadeira que eu e um grupo de amigos fizemos um pouco antes do início da Copa do Mundo de 2018.

Nós estávamos conversando sobre um aplicativo de um site que permitia aos usuários montarem a melhor Seleção Brasileira de todos os tempos, a partir de jogadores já convocados para representarem o Brasil nos Mundiais. A partir daí, passamos a discutir se seria possível montar uma seleção assim, utilizando apenas jogadores de um determinado clube. Como éramos todos do Rio de Janeiro e não tinha nenhum botafoguense presente na resenha, identificamos logo o Botafogo como "campo neutro" e montamos um time, de onze jogadores, com base apenas nos atletas que pertencessem ao Botafogo à época da sua convocação para a copa... Montamos um esquadrão de fazer inveja a qualquer "seleção de todos os tempos", que não fosse a brasileira e ainda foi difícil escolher apenas onze.

A partir daí, decidimos montar seleções semelhantes, relativas aos outros três grandes clubes do Rio e, posteriormente, de outros clubes do país. Essa seleção é o resultado final da convocação dos palmeirenses. Para a nossa convocação, levamos em conta a importância de cada jogador para o Brasil, na Copa do Mundo em questão, e não necessariamente a importância do jogador para o clube, na época.

Para estas artes utilizamos sempre a numeração atribuída aos jogadores na Copa em questão, mas algumas vezes, por haver repetições de número entre jogadores, designamos uma outra camisa, que pode ter sido utilizada por ele em uma outra copa, ou não. Além disso, a numeração nas camisas só foi instituída em 1954, de modo que jogadores que estiveram em copas anteriores receberam numerações de acordo com suas posições. No caso do Palmeiras, demos a 10 para o Jair Rosa Pinto, que disputou a Copa de 1950.

Nosso Brasil Palmeirense joga no no 4-3-3, com Marcão no gol (foi uma disputa acirrada com Leão, mas o Marcos ficou com a vaga por conta do título), Baldocchi e Luís Pereira no miolo de zaga; pelo meio, jogam Leivinha, Jair Rosa Pinto e Ademir da Guia, O Divino; no ataque, convocamos Mazzola, Jorge Mendonça e Vavá.

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Seleção Flamenguista - O Flamengo nas Copas

Essa "arte" da Seleção Brasileira, composta só de jogadores flamenguistas, foi inspirada no resultado de uma brincadeira que eu e um grupo de amigos fizemos um pouco antes do início da Copa do Mundo de 2018. Nós estávamos conversando sobre um aplicativo de um site que permitia aos usuários montarem a melhor Seleção Brasileira de todos os tempos, a partir de jogadores já convocados para representarem o Brasil nos Mundiais.

A partir daí, passamos a discutir se seria possível montar uma seleção assim, utilizando apenas jogadores de um determinado clube. Como éramos todos do Rio de Janeiro e não tinha nenhum botafoguense presente na resenha, identificamos logo o Botafogo como "campo neutro" e montamos um time, de onze jogadores, com base apenas nos atletas que pertencessem ao Botafogo à época da sua convocação para a copa... Montamos um esquadrão de fazer inveja a qualquer "seleção de todos os tempos", que não fosse a brasileira e ainda foi difícil escolher apenas onze.

A partir daí, decidimos montar seleções semelhantes, relativas aos outros três grandes clubes do Rio e essa seleção é o resultado final da convocação dos flamenguistas. Para a nossa convocação, levamos em conta a importância de cada jogador para o Brasil, na Copa do Mundo em questão, e não necessariamente a importância do jogador para o clube, na época.

Para estas artes utilizamos sempre a numeração atribuída aos jogadores na Copa em eles participaram, mas algumas vezes, por haver repetições de número entre jogadores, designamos uma outra camisa, que pode ter sido utilizada por ele em uma outra copa, ou não. Além disso, a numeração nas camisas só foi instituída em 1954, de modo que jogadores que estiveram em copas anteriores receberão numerações de acordo com suas posições. No caso do Flamengo, demos a 9 para o Leônidas da Silva, que disputou a Copa de 1938, e demos a 17 para o Renato Gaúcho, já que a 7 ficou com o Zagallo.

A nossa seleção flamenguista joga num 4-4-2 bem ofensivo, com Gilmar Rinaldi no gol; Brito e Domingos da Guia na zaga; nas laterais, convocamos, Leandro pela direita e Júnior pela esquerda; No meio, escalamos Sócrates, Zico, Paulo Cezar Caju e Zagallo; na frente, Leônidas e Renato Gaúcho.

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Seleção Brasileira Retrô - Camisa Branca

A "arte" da Seleção Brasileira foi inspirada na junção de elementos das camisas brancas e azuis utilizadas pelo Brasil entre as copas de 1930 e 1950.

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Seleção Corintiana - O Corinthians nas Copas

Essa "arte" da Seleção Brasileira, composta só de jogadores corintianos, foi inspirada no resultado de uma brincadeira que eu e um grupo de amigos fizemos um pouco antes do início da Copa do Mundo de 2018. Nós estávamos conversando sobre um aplicativo de um site que permitia aos usuários montarem a melhor Seleção Brasileira de todos os tempos, a partir de jogadores já convocados para representarem o Brasil nos Mundiais.

A partir daí, passamos a discutir se seria possível montar uma seleção assim, utilizando apenas jogadores de um determinado clube. Como éramos todos do Rio de Janeiro e não tinha nenhum botafoguense presente na resenha, identificamos logo o Botafogo como "campo neutro" e montamos um time, de onze jogadores, com base apenas nos atletas que pertencessem ao Botafogo à época da sua convocação para a copa... Montamos um esquadrão de fazer inveja a qualquer "seleção de todos os tempos", que não fosse a brasileira e ainda foi difícil escolher apenas onze.

A partir daí, decidimos montar seleções semelhantes, relativas aos outros grandes clubes do rio e, posteriormente, de São Paulo e essa seleção é o resultado final da convocação dos corintianos. Para a nossa convocação, levamos em conta a importância de cada jogador para o Brasil, na Copa do Mundo em questão, e não necessariamente a importância do jogador para o clube, na época.

Para estas artes utilizamos sempre a numeração atribuída aos jogadores na Copa em questão, mas algumas vezes, por haver repetições de número entre jogadores, designamos uma outra camisa, que pode ter sido utilizada por ele em uma outra copa, ou não. Além disso, a numeração nas camisas só foi instituída em 1954, de modo que jogadores que estiveram em copas anteriores receberão numerações de acordo com suas posições. No caso do Corinthians, demos a 9 pro Baltazar, que disputou a Copa de 1950.

Pra essa seleção Corintiana, montamos uma equipe no 4-3-3, com Gilmar no gol; Amaral e Oreco na zaga; na lateral, convocamos Zé Maria e Edson, dois destros, e precisamos improvisar o lateral esquerdo; Pelo meio, temos Ricardinho, Sócrates e Rivelino; lá na frente, convocamos Garrincha, Brandão e Casagrande.

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Seleção Brasileira Retrô - Camisa Azul

A "arte" da Seleção Brasileira foi inspirada na junção de elementos das camisas reservas utilizadas pelo Brasil nas conquistas das Copas do Mundo de 1958, 1962, 1970 e 1994.

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Seleção Botafoguense - O Botafogo nas Copas

Essa "arte" da Seleção Brasileira, composta só de jogadores botafoguenses, foi inspirada no resultado de uma brincadeira que eu e um grupo de amigos fizemos um pouco antes do início da Copa do Mundo de 2018. Nós estávamos conversando sobre um aplicativo de um site que permitia aos usuários montarem a melhor Seleção Brasileira de todos os tempos, a partir de jogadores já convocados para representarem o Brasil nos Mundiais.

A partir daí, passamos a discutir se seria possível montar uma seleção assim, utilizando apenas jogadores de um determinado clube. Como éramos todos do Rio de Janeiro e não tinha nenhum botafoguense presente na resenha, identificamos logo o Botafogo como "campo neutro" e montamos um time, de onze jogadores, com base apenas nos atletas que pertencessem ao Botafogo à época da sua convocação para a copa... Montamos um esquadrão de fazer inveja a qualquer "seleção de todos os tempos", que não fosse a brasileira, e ainda foi difícil escolher apenas onze.

A partir daí, decidimos montar seleções semelhantes, relativas aos outros três grandes clubes do Rio e, posteriormente, de outros clubes do Brasil. Essa seleção é o resultado final da convocação dos botafoguenses. Para a nossa convocação, levamos em conta a importância de cada jogador para o Brasil, na Copa do Mundo em questão, e não necessariamente a importância do jogador para o clube, na época.

Para estas artes utilizamos sempre a numeração atribuída aos jogadores na Copa em questão, mas algumas vezes, por haver repetições de número entre jogadores, designamos uma outra camisa, que pode ter sido utilizada por ele em uma outra copa, ou não. Além disso, como as numerações só foram instituídas em 1954, jogadores que disputaram copas anteriores receberão numerações de acordo com suas posições. No caso do Botafogo, por exemplo, demos a 17 para o Jairzinho e a 4 para o Mauro Galvão, porque a 7 já era do Garrincha e a 21 já era do Zagallo, respectivamente.

Como já disse antes, foi muito difícil escolher 11 jogadores do Botafogo, até porque, o Fogão é clube que mais cedeu jogadores à Seleção, para Copas do Mundo, em todos os tempos! Assim, montamos nossa Seleção Alvinegra no 4-3-3, com Manga no gol; Gonçalves e Mauro Galvão na zaga; nas laterais, Josimar pela Direita e Nílton Santos pela esquerda, já que a "Enciclopédia do Futebol" foi eleito pela FIFA como o melhor lateral esquerdo de todos os tempos; Pelo meio, convocamos Didi, colocamos Gérson pela meia esquerda e deslocamos Paulo Cézar Caju para a meia direita. Na frente, Zagallo joga pela ponta esquerda, Garrincha (que não pode ser elogiado, porque "Garrincha" já é um elogio) pela ponta direita e Jairzinho, no comando de ataque, o único homem a marcar gols em todos os jogos disputados em uma Copa! 

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Seleção Brasileira Retrô - Camisa Amarela

A "arte" da Seleção Brasileira foi inspirada na junção de elementos das camisas utilizadas pelo Brasil nas conquistas das Copas do Mundo de 1958, 1962, 1970 e 1994.