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sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Seleção São Paulina - São Paulo nas Copas

Essa "arte" da Seleção Brasileira, composta só de jogadores são paulinos, foi inspirada no resultado de uma brincadeira que eu e um grupo de amigos fizemos um pouco antes do início da Copa do Mundo de 2018. Nós estávamos conversando sobre um aplicativo de um site que permitia aos usuários montarem a melhor Seleção Brasileira de todos os tempos, a partir de jogadores já convocados para representarem o Brasil nos Mundiais.

A partir daí, passamos a discutir se seria possível montar uma seleção assim, utilizando apenas jogadores de um determinado clube. Como éramos todos do Rio de Janeiro e não tinha nenhum botafoguense presente na resenha, identificamos logo o Botafogo como "campo neutro" e montamos um time, de onze jogadores, com base apenas nos atletas que pertencessem ao Botafogo à época da sua convocação para a copa... Montamos um esquadrão de fazer inveja a qualquer "seleção de todos os tempos", que não fosse a brasileira, e ainda foi difícil escolher apenas onze.

A partir daí, decidimos montar seleções semelhantes, relativas aos outros grandes clubes brasileiros e essa seleção é o resultado final da convocação dos são paulinos. Para a nossa convocação, levamos em conta a importância de cada jogador para o Brasil, na Copa do Mundo em questão, e não necessariamente a importância do jogador para o clube, na época.

Para estas artes utilizamos sempre a numeração atribuída aos jogadores na Copa em questão, mas algumas vezes, por haver repetições de número entre jogadores, designamos uma outra camisa, que pode ter sido utilizada por ele em uma outra copa, ou não. Além disso, a numeração nas camisas só foi instituída em 1954, de modo que jogadores que estiveram em copas anteriores receberão numerações de acordo com suas posições. No caso do São Paulo, demos a 11 para o Friaça, que disputou a Copa de 1950. Devido ao De Sordi ter jogado a Copa de 1958 com a 14, demos a 2 para o Cafu, que, apesar de também ter jogado a Copa de 1994 com a 14, jogou outras 3 copas com a 2.

Nossa convocação leva em conta um sistema 4-3-3 e começa com Waldir Peres no gol; Na zaga, Mauro e Bellini; nas laterais, Cafu pela direita e De Sordi pela esquerda; no meio, convocamos Silas, Falcão e Gérson; lá na frente, jogam Serginho, Careca e Friaça.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Seleção Vascaína - O Vasco nas Copas

Essa "arte" da Seleção Brasileira, composta só de jogadores vascaínos, foi inspirada no resultado de uma brincadeira que eu e um grupo de amigos fizemos um pouco antes do início da Copa do Mundo de 2018. Nós estávamos conversando sobre um aplicativo de um site que permitia aos usuários montarem a melhor Seleção Brasileira de todos os tempos, a partir de jogadores já convocados para representarem o Brasil nos Mundiais.

A partir daí, passamos a discutir se seria possível montar uma seleção assim, utilizando apenas jogadores de um determinado clube. Como éramos todos do Rio de Janeiro e não tinha nenhum botafoguense presente na resenha, identificamos logo o Botafogo como "campo neutro" e montamos um time, de onze jogadores, com base apenas nos atletas que pertencessem ao Botafogo à época da sua convocação para a copa... Montamos um esquadrão de fazer inveja a qualquer "seleção de todos os tempos", que não fosse a brasileira e ainda foi difícil escolher apenas onze.

A partir daí, decidimos montar seleções semelhantes, relativas aos outros três grandes clubes do Rio e essa seleção é o resultado final da convocação dos vascaínos. Para a nossa convocação, levamos em conta a importância de cada jogador para o Brasil, na Copa do Mundo em questão, e não necessariamente a importância do jogador para o clube, na época.

Para estas artes utilizamos sempre a numeração atribuída aos jogadores na Copa em questão, mas algumas vezes, por haver repetições de número entre jogadores, designamos uma outra camisa, que pode ter sido utilizada por ele em uma outra copa, ou não. Além disso, a numeração nas camisas só foi instituída em 1954, de modo que jogadores que estiveram em copas anteriores receberão numerações de acordo com suas posições. No caso do Vasco, demos a 1 para o Barbosa e a 9 para o Ademir Menezes, que disputaram a Copa de 1950.

Como o Vasco tem quatro dos 50 maiores artilheiros da Copa do Mundo de todos os tempos (Ademir, Vavá, Leônidas e Bebeto), privilegiamos o ataque nessa Seleção Cruzmaltina e montamos uma equipe no 3-4-3, com Bellini, Ricardo Rocha e Orlando na zaga; Mazinho, Dirceu, Bebeto e Roberto Dinamite pela meia, recuando o Bebeto para que ele jogasse numa posição próxima da que ele fez no Botafogo, já no fim da carreira, e deixando o Roberto pra jogar de meia-atacante, encostando nos homens de frente; Lá na frente, colocamos Leônidas da Silva, Vavá e Ademir Menezes, o Queixada, trio esse que tem média de 4 gols por jogo, em Copas do Mundo!

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Seleção Palmeirense - O Palmeiras nas Copas

Essa "arte" da Seleção Brasileira, composta só de jogadores palmeirenses, foi inspirada no resultado de uma brincadeira que eu e um grupo de amigos fizemos um pouco antes do início da Copa do Mundo de 2018.

Nós estávamos conversando sobre um aplicativo de um site que permitia aos usuários montarem a melhor Seleção Brasileira de todos os tempos, a partir de jogadores já convocados para representarem o Brasil nos Mundiais. A partir daí, passamos a discutir se seria possível montar uma seleção assim, utilizando apenas jogadores de um determinado clube. Como éramos todos do Rio de Janeiro e não tinha nenhum botafoguense presente na resenha, identificamos logo o Botafogo como "campo neutro" e montamos um time, de onze jogadores, com base apenas nos atletas que pertencessem ao Botafogo à época da sua convocação para a copa... Montamos um esquadrão de fazer inveja a qualquer "seleção de todos os tempos", que não fosse a brasileira e ainda foi difícil escolher apenas onze.

A partir daí, decidimos montar seleções semelhantes, relativas aos outros três grandes clubes do Rio e, posteriormente, de outros clubes do país. Essa seleção é o resultado final da convocação dos palmeirenses. Para a nossa convocação, levamos em conta a importância de cada jogador para o Brasil, na Copa do Mundo em questão, e não necessariamente a importância do jogador para o clube, na época.

Para estas artes utilizamos sempre a numeração atribuída aos jogadores na Copa em questão, mas algumas vezes, por haver repetições de número entre jogadores, designamos uma outra camisa, que pode ter sido utilizada por ele em uma outra copa, ou não. Além disso, a numeração nas camisas só foi instituída em 1954, de modo que jogadores que estiveram em copas anteriores receberam numerações de acordo com suas posições. No caso do Palmeiras, demos a 10 para o Jair Rosa Pinto, que disputou a Copa de 1950.

Nosso Brasil Palmeirense joga no no 4-3-3, com Marcão no gol (foi uma disputa acirrada com Leão, mas o Marcos ficou com a vaga por conta do título), Baldocchi e Luís Pereira no miolo de zaga; pelo meio, jogam Leivinha, Jair Rosa Pinto e Ademir da Guia, O Divino; no ataque, convocamos Mazzola, Jorge Mendonça e Vavá.

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Seleção Flamenguista - O Flamengo nas Copas

Essa "arte" da Seleção Brasileira, composta só de jogadores flamenguistas, foi inspirada no resultado de uma brincadeira que eu e um grupo de amigos fizemos um pouco antes do início da Copa do Mundo de 2018. Nós estávamos conversando sobre um aplicativo de um site que permitia aos usuários montarem a melhor Seleção Brasileira de todos os tempos, a partir de jogadores já convocados para representarem o Brasil nos Mundiais.

A partir daí, passamos a discutir se seria possível montar uma seleção assim, utilizando apenas jogadores de um determinado clube. Como éramos todos do Rio de Janeiro e não tinha nenhum botafoguense presente na resenha, identificamos logo o Botafogo como "campo neutro" e montamos um time, de onze jogadores, com base apenas nos atletas que pertencessem ao Botafogo à época da sua convocação para a copa... Montamos um esquadrão de fazer inveja a qualquer "seleção de todos os tempos", que não fosse a brasileira e ainda foi difícil escolher apenas onze.

A partir daí, decidimos montar seleções semelhantes, relativas aos outros três grandes clubes do Rio e essa seleção é o resultado final da convocação dos flamenguistas. Para a nossa convocação, levamos em conta a importância de cada jogador para o Brasil, na Copa do Mundo em questão, e não necessariamente a importância do jogador para o clube, na época.

Para estas artes utilizamos sempre a numeração atribuída aos jogadores na Copa em eles participaram, mas algumas vezes, por haver repetições de número entre jogadores, designamos uma outra camisa, que pode ter sido utilizada por ele em uma outra copa, ou não. Além disso, a numeração nas camisas só foi instituída em 1954, de modo que jogadores que estiveram em copas anteriores receberão numerações de acordo com suas posições. No caso do Flamengo, demos a 9 para o Leônidas da Silva, que disputou a Copa de 1938, e demos a 17 para o Renato Gaúcho, já que a 7 ficou com o Zagallo.

A nossa seleção flamenguista joga num 4-4-2 bem ofensivo, com Gilmar Rinaldi no gol; Brito e Domingos da Guia na zaga; nas laterais, convocamos, Leandro pela direita e Júnior pela esquerda; No meio, escalamos Sócrates, Zico, Paulo Cezar Caju e Zagallo; na frente, Leônidas e Renato Gaúcho.

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Seleção Brasileira Retrô - Camisa Branca

A "arte" da Seleção Brasileira foi inspirada na junção de elementos das camisas brancas e azuis utilizadas pelo Brasil entre as copas de 1930 e 1950.

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Seleção Corintiana - O Corinthians nas Copas

Essa "arte" da Seleção Brasileira, composta só de jogadores corintianos, foi inspirada no resultado de uma brincadeira que eu e um grupo de amigos fizemos um pouco antes do início da Copa do Mundo de 2018. Nós estávamos conversando sobre um aplicativo de um site que permitia aos usuários montarem a melhor Seleção Brasileira de todos os tempos, a partir de jogadores já convocados para representarem o Brasil nos Mundiais.

A partir daí, passamos a discutir se seria possível montar uma seleção assim, utilizando apenas jogadores de um determinado clube. Como éramos todos do Rio de Janeiro e não tinha nenhum botafoguense presente na resenha, identificamos logo o Botafogo como "campo neutro" e montamos um time, de onze jogadores, com base apenas nos atletas que pertencessem ao Botafogo à época da sua convocação para a copa... Montamos um esquadrão de fazer inveja a qualquer "seleção de todos os tempos", que não fosse a brasileira e ainda foi difícil escolher apenas onze.

A partir daí, decidimos montar seleções semelhantes, relativas aos outros grandes clubes do rio e, posteriormente, de São Paulo e essa seleção é o resultado final da convocação dos corintianos. Para a nossa convocação, levamos em conta a importância de cada jogador para o Brasil, na Copa do Mundo em questão, e não necessariamente a importância do jogador para o clube, na época.

Para estas artes utilizamos sempre a numeração atribuída aos jogadores na Copa em questão, mas algumas vezes, por haver repetições de número entre jogadores, designamos uma outra camisa, que pode ter sido utilizada por ele em uma outra copa, ou não. Além disso, a numeração nas camisas só foi instituída em 1954, de modo que jogadores que estiveram em copas anteriores receberão numerações de acordo com suas posições. No caso do Corinthians, demos a 9 pro Baltazar, que disputou a Copa de 1950.

Pra essa seleção Corintiana, montamos uma equipe no 4-3-3, com Gilmar no gol; Amaral e Oreco na zaga; na lateral, convocamos Zé Maria e Edson, dois destros, e precisamos improvisar o lateral esquerdo; Pelo meio, temos Ricardinho, Sócrates e Rivelino; lá na frente, convocamos Garrincha, Brandão e Casagrande.

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Seleção Brasileira Retrô - Camisa Azul

A "arte" da Seleção Brasileira foi inspirada na junção de elementos das camisas reservas utilizadas pelo Brasil nas conquistas das Copas do Mundo de 1958, 1962, 1970 e 1994.

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Seleção Botafoguense - O Botafogo nas Copas

Essa "arte" da Seleção Brasileira, composta só de jogadores botafoguenses, foi inspirada no resultado de uma brincadeira que eu e um grupo de amigos fizemos um pouco antes do início da Copa do Mundo de 2018. Nós estávamos conversando sobre um aplicativo de um site que permitia aos usuários montarem a melhor Seleção Brasileira de todos os tempos, a partir de jogadores já convocados para representarem o Brasil nos Mundiais.

A partir daí, passamos a discutir se seria possível montar uma seleção assim, utilizando apenas jogadores de um determinado clube. Como éramos todos do Rio de Janeiro e não tinha nenhum botafoguense presente na resenha, identificamos logo o Botafogo como "campo neutro" e montamos um time, de onze jogadores, com base apenas nos atletas que pertencessem ao Botafogo à época da sua convocação para a copa... Montamos um esquadrão de fazer inveja a qualquer "seleção de todos os tempos", que não fosse a brasileira, e ainda foi difícil escolher apenas onze.

A partir daí, decidimos montar seleções semelhantes, relativas aos outros três grandes clubes do Rio e, posteriormente, de outros clubes do Brasil. Essa seleção é o resultado final da convocação dos botafoguenses. Para a nossa convocação, levamos em conta a importância de cada jogador para o Brasil, na Copa do Mundo em questão, e não necessariamente a importância do jogador para o clube, na época.

Para estas artes utilizamos sempre a numeração atribuída aos jogadores na Copa em questão, mas algumas vezes, por haver repetições de número entre jogadores, designamos uma outra camisa, que pode ter sido utilizada por ele em uma outra copa, ou não. Além disso, como as numerações só foram instituídas em 1954, jogadores que disputaram copas anteriores receberão numerações de acordo com suas posições. No caso do Botafogo, por exemplo, demos a 17 para o Jairzinho e a 4 para o Mauro Galvão, porque a 7 já era do Garrincha e a 21 já era do Zagallo, respectivamente.

Como já disse antes, foi muito difícil escolher 11 jogadores do Botafogo, até porque, o Fogão é clube que mais cedeu jogadores à Seleção, para Copas do Mundo, em todos os tempos! Assim, montamos nossa Seleção Alvinegra no 4-3-3, com Manga no gol; Gonçalves e Mauro Galvão na zaga; nas laterais, Josimar pela Direita e Nílton Santos pela esquerda, já que a "Enciclopédia do Futebol" foi eleito pela FIFA como o melhor lateral esquerdo de todos os tempos; Pelo meio, convocamos Didi, colocamos Gérson pela meia esquerda e deslocamos Paulo Cézar Caju para a meia direita. Na frente, Zagallo joga pela ponta esquerda, Garrincha (que não pode ser elogiado, porque "Garrincha" já é um elogio) pela ponta direita e Jairzinho, no comando de ataque, o único homem a marcar gols em todos os jogos disputados em uma Copa! 

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Seleção Brasileira Retrô - Camisa Amarela

A "arte" da Seleção Brasileira foi inspirada na junção de elementos das camisas utilizadas pelo Brasil nas conquistas das Copas do Mundo de 1958, 1962, 1970 e 1994.